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O Pilates durante a gestação
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A saúde é o bem maior de nossas vidas, e nas mulheres grávidas, ainda mais importante, pois é vida gerando uma nova vida.

Nos últimos anos, tem aumentado significativamente o número de grávidas praticantes de atividades físicas durante a gestação. Estas atividades, no entanto, devem sempre respeitar os limites de cada organismo e ser do total conhecimento e concordância do médico obstetra. Não há dúvidas de que este período provoca grandes transformações no corpo e no estado emocional da mulher.

O crescimento da barriga desloca o centro de gravidade da mulher, dificulta o equilíbrio, aumenta a lordose lombar, provoca a dor lombar, dores nas articulações e possível falta de ar. Existem algumas precauções que devem ser tomadas para que se tenha uma gestação tranquila e saudável.

Se fôssemos subdividir o período gestacional teríamos cuidados específicos para cada um deles:

•  No primeiro trimestre, o hormônio relaxina é secretado no corpo, atingindo todas as juntas deixando-as mais relaxadas  e suscetíveis à possíveis lesões ligamentares. Aqui deve-se evitar  movimentos que demandem a amplitude completa de qualquer junta, no máximo a uma amplitude média de movimento durante os exercícios e aos alongamentos.
Observe o uso excessivo dos adutores para evitar uma dilatação exagerada da sínfise púbica.

 

• No segundo trimestre, a gestante não deve permanecer  em decúbito dorsal ou em posição invertida, pois a pressão uterina  pode comprimir vasos sanguíneos importantes resultando em uma diminuição do fluxo sanguíneo ao seu coração, e que pode acabar afetando também o fluxo sanguineo ao feto. A freqüência cardíaca não deve exceder a 140 batimentos por minuto, e para isso, é necessário um bom aquecimento e volta calma. Neste período, o peso adicional gera problemas com o equiílibrio em decorrência da modificação do centro de gravidade.

 

• No terceiro trimestre continue ajustando sempre as posições para um maior conforto da gestante.

O aumento do útero e da freqüência respiratória da gestante podem ocasionar uma dificuldade para respirar. Geralmente o repouso, deitada de lado ou até mesmo a realização dos exercícios em decúbito lateral aliviam a sensação de falta de ar.

Exercícios indicados:

  • Ponte ou rolamento do quadril com a torácica, cervical e cabeça apoiadas na stability ball, evitando o redirecionamento do fluxo sanguíneo;
  • Limitar as rotações da coluna;
  • Realizar exercícios como o leg press, série de costas em decúbito lateral no reformer;
  • Exercícios em 4 apoios, como o alongamento do gato ou até mesmo a flexão de braços com os joelhos apoiados no solo, fazem com que o peso da barriga já ative os músculos abdominais para manter a posição;
  • Exercícios em pé com o tronco na posição inclinada darão a mesma sensação da ativação abdominal citado no exercício acima;
  • No mat, em decúbito dorsal, realizar movimentos coordenados de braços e pernas com a toning ball nas mãos. Dessa forma, conseguimos gerar uma ativação abdominal sem sobrecarregar a coluna (Exercício indicado caso não haja desconforto na posição dorsal).
 
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SÉRIE CONHEÇA SUA COLUNA:

COLUNA VERTEBRAL

Anatomia e Fisiologia da Coluna




ESTRUTURA DAS VÉRTEBRAS

As vértebras compõem-se pelas seguintes estruturas: corpo, pedículos, lâmina e apófises. O corpo vertebral encontra-se na porção anterior em relação ao eixo corporal. O corpo vertebral, nesta posição, suporta as forças de carga e pressão e é composto por uma estrutura óssea esponjosa, apresentando uma placa cartilaginosa na sua porção superior e inferior. Varia de altura e de diâmetro conforme o segmento vertebral onde se localiza. Os corpos das vértebras cervicais são de menor diâmetro e altura, sendo a porção mais alta da coluna na posição ortostática.



Os corpos dorsais ou torácicos aumentam progressivamente a sua altura e diâmetro, apresentando um aspecto cilíndrico. Os corpos vertebrais lombares são achatados e largos por constituírem as vértebras que suportam as maiores pressões da coluna vertebral. As vértebras sacras são fusionadas entre si, constituindo-se num osso que apresenta forma triangular. Este por sua vez articula-se com o ilíaco na região pélvica, apresentando a base fixa da coluna vertebral e sua relação com a pelve ou bacia. Assim, estabelece-se a base de suporte da coluna vertebral do ser humano.


Pedículos vertebrais: são expansões ósseas conectadas ao corpo na sua porção anterior e a lâmina óssea vertebral na sua porção posterior. Constituem a face lateral das vértebras e tem na sua porção posterior as apófises articulares. O pedículo limita o canal raquidiano em ambos os lados e, através de sua apófise articular, conecta-se com as vértebras adjacentes.
Lâmina Vertebral: são porções ósseas laminares que limitam o canal raquidiano em sua face posterior. Como o corpo vertebral, variam de forma e tamanho conforme a vértebra que constitui. Vista ao Raio X no sentido póstero-anterior têm o formato de asa de borboleta.

Apófises:

Apófise Vertebral Posterior: as apófises posteriores da coluna vertebral são saliências ósseas de localização posterior formada como uma expansão da lâmina vertebral. Estão situadas na linha média posterior da coluna.
Apófise Transversa ou Costiforme: localiza-se lateralmente em relação ao eixo vertebral e constitui uma expansão dos pedículos na sua face lateral. Exceção é feita na quinta vértebra lombar, cuja apófise transversa é uma extensão posterior do corpo vertebral.
Apófises Articulares: são saliências articuladas da porção pedicular que relacionam as vértebras entre si, constituem o apoio posterior intervertebral. O apoio anterior é realizado pela estrutura do disco intervertebral. As apófises articulares, relacionadas entre si nas vértebras adjacentes, formam a articulação interapofisária, cuja relação intervertebral dão origem ao forâmen de conjugação.
Apófise Odontóide ou Processo Odontóide: é uma porção óssea, densa, que se projeta na parte superior do áxis (segunda vértebra cervical) para dentro do atlas (primeira vértebra cervical) e se introduz no forâmen magnum. Este se localiza na base do crânio e tem em seu interior estruturas como o bulbo (centro nervoso do comando respiratório) e o início da estrutura medular-nervosa. O processo odontóide estabiliza a coluna cervical em relação ao crânio, permitindo os movimentos de rotação da cabeça. O mesmo se projeta no interior do atlas, que realiza o suporte do crânio e do forâmen magnum que se constitui na cavidade localizada na base do crânio.

Facetas Articulares: são porções cartilaginosas das articulações interapofisárias. Na região dorsal, existem as facetas costais superiores e a faceta costal inferior que se localiza superiormente e posteriormente ao corpo vertebral. Elas servem para fazer a conexão com os arcos costais. Na região torácica também temos a presença das facetas costais transversas que, unindo-se a porção proximal das costelas, aumentam a estabilidade entre a coluna e o arcabouço torácico.
Cápsula Articular: é uma estrutura com tecido fibroso que é responsável pelo revestimento das articulações interapofisárias e, juntamente com a membrana sinovial, tornam a estrutura emerticamente fechada onde circulam líquido sinovial para nutrir e vitalizar as cartilagens em contato na articulação. Esta membrana capsular reveste também as articulações costo-vertebrais e costo-transversas, localizadas ao longo da coluna torácica.
Forâmen Vertebral: trata-se de um orifício que se localiza lateralmente ao canal vertebral. Encontra-se relacionado ao espaço intervertebral e parte inferior do corpo da vértebra. Localiza-se entre as facetas articulares por trás, e o corpo vertebral e o disco intervertebral pela frente. Através desses foramens emergem as raízes nervosas de dentro do canal vertebral. Podem ser comparados a janelas pelas quais as raízes nervosas têm o seu trânsito para realizar o comando de área e receber a sensibilidade de áreas segmentares.
Disco Intervertebral: O disco intervertebral constitui-se de uma estrutura fibrocartilaginosa formada por anéis concêntricos em sua porção externa e um núcleo gelatinoso formado por substâncias hidrófilas (muco polissacarídeos) que garantem essa hidrofilia (retenção de água), mantendo a capacidade de hidratação e flexibilidade do disco. As vértebras desde C2 (segunda vértebra cervical) até S1 (primeira vértebra sacra) são interpostas por estruturas discais chamadas de discos intervertebrais. Ao todo são 23 discos. O anel fibroso concêntrico suporta as pressões submetidas à coluna vertebral, transmitidas pelos corpos vertebrais. Um núcleo gelatinoso, através do seu deslocamento, estimula o anel fibroso na retenção das pressões e orienta o todo corporal quanto à posição da coluna vertebral..


Ligamentos: são estruturas fibrosas cuja função está relacionada à estabilidade intrínseca das vértebras na sua posição natural.
Ligamento Longitudinal Anterior: tem forma laminar. Inicia-se na base do crânio até o sacro. Serve para reforçar a estabilidade da coluna na sua porção anterior e encontra-se na linha média do corpo vertebral. Estabiliza a coluna desde a articulação atlanto-ociptal até a transição lombo-sacro.
Ligamento Interespinhoso: localiza-se na região espinhosa e se inicia pelo ligamento da nuca, porção estabilizadora entre o osso occipital e as apófises cervicais, estendendo-se até as apófises sacras. É reconhecido como ligamento inter-espinhal tendo a sua porção contínua com o nome de ligamento supra-espinhal.
Ligamentos Amarelos: são expansões ligamentares que conectam a face anterior da lâmina superior com a face posterior da lâmina vertebral adjacente inferior.
Ligamento Longitudinal Posterior: trata-se de um ligamento laminar que se localiza dentro do canal vertebral justaposto à porção posterior dos corpos vertebrais.
Ligamentos Cruciformes: localiza-se na base do crânio e é formado pelos ligamentos superior, transverso e inferior. Comunica-se com as fibras do ligamento alar.
Ligamentos Inter-transversos: interligam as apófises transversais. Encontram-se lateralmente à coluna vertebral.
Ligamento Costo-transverso e Ligamento Radiado: unem a costela com as apófises transversas e com o corpo vertebral subseqüentemente.



Curvas da Coluna Vertebral

A coluna vertebral é composta por quatro curvas fisiológicas assim formadas: curva cervical, com 7 vértebras, a dorsal com 12, a lombar com 5, a sacra também com 5 vértebras e a coccígena variando de 3 a 4 estruturas. O conjunto de curvas exercem entre si um fenômeno compensatório, pois as lordoses se compensam com as cifoses e vice-versa. Este fenômeno auxilia na descarga do peso corporal. Se não houvessem essas curvas, a base da coluna lombar suportaria pressões de até 1.000 Kg num homem de 70 Kg na posição sentada. As forças se concentram numa pequena superfície vertebral na região lombar e por esse motivo exercem essa grande pressão de carga.

A coluna vertebral, no sentido antero-posterior, constitui-se num edifício retilíneo por aposição das estruturas vertebrais. O edifício vertebral, visto lateralmente ou em perfil, apresenta curvas lordóticas, cifóticas, rígidas, semi-rígidas e móveis. As móveis são as curvas dos segmentos cervical e lombar. São móveis por serem livres de fixação óssea, tendo a sua estabilidade apenas pelas inserções das estruturas ligamentares e musculares. Sua estabilidade depende da vitalidade dos elementos ligamentares e musculares. Isto revela a importância da integridade e treinamento da estrutura muscular e principalmente dos músculos abdominais para mantermos a boa estabilidade e higidez da coluna vertebral.

A curva dorsal ou torácica é cifótica com convexidade posterior e semi-rígida. Sua condição de semi-rígida é produzida pela fixação nos arcos-costais de ter movimentos, tem a sustentação dos arcos-costais com os quais se articula. Através das apófises transversas e da porção posterior dos corpos vertebrais torácicos, onde se localizam as articulações costo-transversa e costo-vertebrais subseqüentemente.

Na porção superior da curva cervical, se faz a sustentação da calota craniana e a apófise odontóide permite as rotações para a direita e para a esquerda do crânio em relação ao eixo vertebral. No segmento cervical e lombar, os movimentos laterais e rotacionais se fazem com a participação das apófises articulares, ligamentos inter-transverso e disco intervertebral. Já no movimento antero-posteror temos a maior participação do disco intervertebral, apófises articulares e ligamento inter-apofisário posterior e ligamento longitudinal anterior e posterior.

As forças de cisalhamento e rotacionais são as mais danosas e agressivas aos movimentos vertebrais. Portanto, são elas que freqüentemente dão origem às lesões na unidade funcional.

A sacro-coccígena é uma curva de convexidade cifótica e é rígida devido à fusão entre os corpos vertebrais. A estrutura do sacro articula-se com o osso ilíaco, gerando com o mesmo a sustentação e estabilidade óssea de todo o edifício da coluna vertebral.

Fisiologia da Coluna Vertebral

A coluna vertebral tem duas funções básicas. A primeira serve como eixo de sustentação da estrutura corporal. Para agilizar os movimentos, o corpo realiza complexos movimentos no sentido antero-posteiror (flexão e extensão) como no sentido lateral e rotacional. Para que esses movimentos se realizem, verifica-se um deslocamento menor na porção anterior e um deslocamento intervertebral mais amplo na região posterior, onde localizam-se as apófises articulares, apófises transversas e posteriores.

A segunda função da coluna vertebral está relacionada com a condução das estruturas nervosas através do canal vertebral e dos foramens intervertebrais. A estrutura medular nervosa como tal, estende-se desde C1 (primeira vértebra cervical) até L1 (primeira vértebra lombar). A partir desta, temos o filum terminal, que compõem-se do final da medula e estende-se com a cauda eqüina composta pelas raízes nervosas lombares e sacras.

As raízes nervosas são prolongamentos dos neurônios motores localizados na medula. O encontro da raiz sensitiva (aferente) e motora (eferente) constitui o gânglio nervoso ao nível do forâmen de conjugação. Na localização deste forâmen, a raiz comunica-se com o nervo sinovertebral. Este dicotomiza-se na porção anterior e posterior. A anterior faz contato com a região posterior do disco intervertebral tendo função sensora no mesmo, podendo realizar a percepção da pressão do núcleo discal contra o anel fibroso do disco. Esta função tem a importância de gerar os estímulos para percebermos a posição do eixo vertebral.

A porção anterior ramifica-se no interior da musculatura eretora da coluna e transmite estímulos para a sua contração. A porção anterior da coluna vertebral tem como função principal a recepção de cargas corporais. As mesmas se transmitem através do disco que quando íntegro e hidratado, pode receber pressões equivalente a 600 Kg força na região lombar. Na posição sentada, executando movimentos de carga, as pressões num homem de 70Kg chegam a 300 Kg.

O mecanismo de suporte de cargas, a partir da ruptura do disco vertebral, é totalmente estabilizado. O mesmo, uma vez rompido, não tem poder de cicatrização por ser exangue (ausência de circulação sangüínea). Portanto, uma vez que o disco intervertebral rompa, fica comprometida a estabilidade da unidade funcional e progressivamente reduz a sua capacidade de suportar cargas de pressão. Este mecanismo se manifesta ao indivíduo na forma de cansaço, dores regionais segmentares no tronco ou dores irradiadas para os membros que se manifestam pelo processo inflamatório radicular.

 
Ganhe postura e condicionamento com Pilates
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Ganhe postura e condicionamento com Pilates

 

 

 

Foto: Pilates Sudio Fit

 

 

Exercício ajuda quem tem dores lombares e articulares.

 

O Pilates se mantêm com grande visibilidade entre os adeptos das atividades físicas em função dos bons resultados que apresenta. Indicado até para aqueles que sintam dores lombar e articulares, a modalidade pode ser feita sem riscos de lesão na medida em que trabalha a postura, a respiração e o condicionamento físico em geral com total segurança. “Um dos principais atrativos do Pilates é que ele pode ser praticado por qualquer pessoa. É indicado a partir dos oito anos de idade,   desde que a pessoa consiga ter o controle sobre a respiração e saiba contar, pois estas são habilidades necessárias para os exercícios”, explica Beatriz Amora, fisioterapeuta especialista em Pilates.

E engana-se quem pensa que o Pilates só pode ser feito de forma lenta. Tradicionalmente isto é uma realidade criada por Joseph H. Pilates para auxiliar o condicionamento físico do exército alemão nos idos de 1918. Mas o método foi, ao longo dos anos sendo adaptado por professores de educação física e fisioterapeutas, de modo que hoje é possível realizar circuitos com objetivos mais aeróbicos, capazes de ajudar na perda de peso.

Grau de dificuldade

Beatriz Amora Fisioterapeuta diz que, o Pilates existe em três diferentes graus de dificuldade: iniciante, intermediário e avançado. “Lógico que há exercícios que poucos alunos conseguem fazer, pois estes exigem um equilíbrio maior e também mais força muscular, e isso só se alcança com algum tempo de treinamento capaz de deixar o corpo do aluno mais estruturado para tarefas mais desafiadoras. O Pilates possui etapas e você nunca vai poder montar uma aula avançada para um aluno iniciante”, coloca a fisioterapeuta.

Em função destes ‘degraus’ de aprendizagem, a modalidade oferece uma segunda característica bem própria: as aulas são totalmente individualizadas. Desta forma, diferente do que se observa em academias de musculação nas quais um único instrutor dá suporte a vários alunos, durante uma aula de Pilates dificilmente será visto mais de três ou quatro pessoas sob a orientação de um único professor. “Em casos nos quais a turma esteja bem adiantada, é possível colocar no máximo quatro alunos por horário. Isto acontece porque o professor precisa estar sempre acompanhando diretamente os seus alunos, tanto que é comum ver que algumas turmas passam anos com um mesmo professor”, acrescenta Beatriz.

Outra coisa que chama a atenção nesta atividade são os aparelhos utilizados durante as aulas. “Os equipamentos foram criados pelo  próprio Joseph Pilates, especialmente para a modalidade. São aparelhos anatômicos, robustos e resistentes que suportam uma carga de peso muito alta. Como são fabricados de madeira maciça e aço inox, pode-se dizer que são feitos para a vida inteira”, finaliza.

 
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Os benefícios dos exercícios de Pilates
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Os benefícios dos exercícios de Pilates

Warrior2

Ocupando o corpo física e mentalmente, este responde trabalhando como um organismo mais eficiente. Um piioneiro desta idéia, Joseph H. Pilates disse, “De uma forma geral, os nossos músculos devem obedecer à nossa vontade. De uma forma razoável, nossa vontade não deveria ser denominada pelas ações reflexas de nossos músculos… A “Contrologia”começa com a vontade da mente dominando os músculos”. Este diálogo agora tem um “motor, um fio condutor de comunicação que fará com que muitos dos processos do corpo trabalhem de forma menos problemática e mais efetiva para o seu bem-estar.

Além disso, as pessoas que estão fisicamente em forma geralmente são mais equilibrada e mais capazes de lidar com o estresse. O cérebro envia mensagens através da medula e dos nervos para várias partes do corpo para que uma pessoa possa correr, andar e nadar. Há um diálogo e um relacionamento constante que o cérebro deve manter com o corpo para que sejamos capazes de suar quando está muito calor, levar o oxigênio até as células dos músculos, transformar alimento em energia para alimentar as células.

Se você ou algum membro da sua familia tem qualquer das doenças mencionadas a seguir, exercitar-se regularmente traz excelente benefícios:

Doenças cardíacas e derrame cerebral

As atividades fisicas podem diminuir pela metade o risco de doenças cardíacas ou de um derrame cerebral. Exercitar-se ajuda a reduzir o risco destas doenças vasculares porque diminui a pressão sangüinea, aumenta o nível de proteção do colesterol HDL, o “bom”colesterol, reduz o risco de coágulos sangüineos, diabetes e aumento de peso. As pessoas que mantém um estilo de vida ativo tendem a permanecer saudáveis.

Câncer – Os exercícios reduzem o risco de câncer no cólon, uma das principais causas de morte por câncer entre homens e mulheres. Em animais, os exercícios protegem contra o câncer da mama. Pesquisando as causas das mortes de mais de 17.000 estudantes de Harvard, o Dr. Ralph Paffenbarger Jr. descobriu que os homens que se exercitam em um nível moderado ou médio apresentam de 25 a 50 por cento menos casos de câncer do cólon do que homens com uma vida menos ativa. Acredita-se que o principal benefício dos exercícios para o cólon seja a maior velocidade com que o corpo elimina qualquer substância que possa causar câncer e que passam pelo cólon de pessoas fisicamente ativas.

A Dra. Rose Firsch, da Escola de Saúde Pública de Harvard, descobriu que entre quase 5.400 mulheres alunas daquela faculdade, as que eram atletas ou treinavam regularmente corriam a metade do risco de desenvolver c^ncer da mama mais tarde do que as que não treinavam também tinham taxas altas de c^ncer no útero, ovário, cérvice e vagina. Os exercícios podem ajudar no combate dos agentes cancerígenos em mulheres porque eles reduzem a exposição ao estrgênio durante a vida, o que pode estimular o crescimento de células nos seios e nos órgãos reprodutores.

Osteoporose - Os exercícios, em qualquer idada, podem aumentar a densidade dos ossos e reduzir os riscos de fraturas. Cada dia surgem mais provas de que os exercícios não precisam ser feitos com pesos para aumentar a densidade dos ossos. Os exercícios de resistência, como pedalar, e os movimentos aeróbicos na água também podem ajudar. Pessoas mais velhas que se tornam ativas também melhoram seu equilíbrio, sua força, coordenação e flexibilidade, o que ajuda a prevenir quedas, que podem resultar em fraturas debilitantes. Os ossos são um tecido fluído que se quebra e se renova constantemente.Para favorecer a renovação e diminuir as chances de quebra, os músculos ligados aos ossos precisam ser contraídos e fortalecidos. Isto produz piezeletricidade, uma força que resulta na precipitação do osso nos pontos de esforço. A menos que os ossos sejam repetidamente sujeitos ao esforço, o processo de quebra supera a renovação e os ossos tornam-se gradativamente porosos e mais fracos. O Método Pilates® pode ajudar a prevenir ossos quebradiços em pessoas idosas.

Diabetes – Pessoas idosas que são fisicamente ativas têm menos tendência a desenvolver diabetes do que as pessoas sedentárias.

Peso - O Método Pilates® ajuda a manter um peso corporal normal ou, quando combinado com uma redução moderada de ingestão de calorias, permite reduçAo de peso. E, o que é mais importante, os exercícios ajudam as pessoas a perderem gorduras e a ganharem músculos porque o tecido muscular queima mais calorias do que a gordura. Mesmo entre pessoas de peso normal, os exercícios podem equilibrar a perda de tecido muscular delgado relacionado ao envelhecimento e a acumulação de gordura no corpo, especialmente a acumulação de gordura abdominal prejudicial ao coração.

Imunidade - Os exercícios Pilates aumentam a circulação das células com anticorpos que combatem as infecções e os tumores. As pessoas em forma física contraem menos resfriados e outras infecções respiratórias do que pessoas que não estão em forma.

Artrite - Quase todo o mundo com mais de 65 anos têm alguns sintomas de artrite. Os estudos sugerem que exeercícios moderados praticados com alongamento, podem reduzir a dor da artrite e a necessidade de medicamentos. O Pilates ajuda a aliviar a artrite e a ciática.

Depressão – Há muito tempo se sabe que os exercícios ajudam as pessoas a superarem a depressão clínica. Um outro benefício dos exercícios é a experiência de sentimentos positivos.

Memória - Mesmo períodos curtos de exercícios podem resultar em uma melhora de adultos mais velhos. Os exercícios também podem levar a um pensamento mais claro e a uma reação mais rápida, ajudando a acelerar a transmissão das mensagens pelos nervos.

Sono – Um estudo feito pelos pesquisadores das universidades de Stanford e de Emory mostrou que em adultos mais velhos que levavam uma vida inicialmente sedentária, os exercícios regulares tais como uma caminhada puxada, melhoravam a qualidade do sono e diminuiam o tempo que eles levavam par começar a dormir. Após varias semanas a disposição aumentou, as atividades exigiam menos energia e eles dormiam melhor à noite.

 
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